Olhar investigativo da ação da Igreja

olhar investigativo da aa§a£o da igreja Autor: Bispo Sebastião Cassemiro | Data da Postagem: 16/07/2013

Um dos pilares da reforma protestante é a Bíblia Sagrada, como base da fé. A partir dessa premissa passou-se a ter um olhar investigativo das Escrituras. A decadência espiritual, social e moral fizeram com que Martinho Lutero rompesse com as estruturas da Igreja Romana.

 

É importante ressaltar que ao analisar essas nuances histórica, o leitor se isente de qualquer visão religiosa ou bairrista, visto que este estudo é fundamentado totalmente na neutralidade da pesquisa.

 

O avivamento começa no coração do remanescente fiel. Indignados com a realidade das práticas religiosas medievais, iniciaram um movimento reformista apontando pontos fragilíssimos da estrutura da Igreja. Lutero apontou noventa e cinco teses que divergiam da conduta religiosa da época. As principais características que se tornaram bases da reforma são: Decadência moral, social e espiritual. No sermão profético Jesus preconiza que “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos”. Mateus (24:12).  Essa mornidão espiritual é refletida no livro de Apocalipse (3:15,16). No versículo 19, a Igreja de Laodiceia é exortada a arrepender-se, pois suas práticas religiosas eram irrelevantes, em detrimento do ativismo daquela igreja.

 

Outra característica é que o avivamento começa no coração do remanescente fiel. Na ocasião do dilúvio toda a raça humana estava corrompida, com exceção de Noé e sua família, os quais se tornaram o primeiro remanescente fiel, para dar continuidade à espécie humana, contudo, toda àquela geração pré-diluviana rebelde foi dizimada através da inundação da terra.

 

Outro remanescente voltou do cativeiro babilônico profetizado por Jeremias (50:20).  “Naqueles dias e naquele tempo, diz o Senhor, buscar-se-á a iniquidade de Israel, e já não haverá; os pecados de Judá, mas não se acharão; porque  perdoarei os remanescentes que eu deixar”. Em meio aos opositores do cristianismo o apóstolo Paulo aponta aqueles que não se macularam com a rejeição de Israel à pessoa do Cristo Redentor. Romanos (11:5).

 

Quando se pretende reformar as práticas religiosas Deus impele o remanescente fiel a voltar-se para as Escrituras Sagradas e as mesmas tornam-se objeto de estudo, investigação, leitura acurada, pesquisa, em fim, a Palavra de Deus é a base e o alicerce de toda reforma que se deseja implantar na igreja. Porém, o provocador dessa inquietação interior é o Espírito Santo. Ele move o remanescente a buscar em Deus mudanças estruturais na ação da igreja. Atos (2:42-47).

 

O retorno à adoração é outra evidência daqueles que buscam um avivamento genuíno. A forma bíblica e verdadeira de adorar está preconizada no Evangelho segundo João (4:19-30), onde Jesus ao abordar a mulher samaritana, a revela que a verdadeira adoração é realizada em espírito e em verdade e é algo que procede do coração.

 

Outra evidência de uma reforma religiosa é a indignação dos santos contra o mundanismo que invade o “templo”. Jesus é o paradigma de uma transição religiosa instituída na época do império romano. Ao entrar no templo Jesus expulsa os cambistas, vendedores de animais para o sacrifício e certamente outras categorias de negociantes, oportunizando o ajuntamento de pessoas em volta do prédio de reuniões. Nos nossos dias as coisas não são diferentes daquela época: Vende-se de tudo nas conferências: Camisetas, canetas, livros, CD´s, DVD´s, refeições; montam-se barracas, stands e outros. No final da conferência ocorre uma busca frenética em torno dos materiais expostos. Promovem-se grandes promoções e liquidações. Parece um final da feira livre, onde o vendedor para não levar nada de volta para casa liquida tudo a qualquer preço.

 

Os ídolos precisão ser destruídos para que a igreja experimente uma renovação espiritual que produza uma transformação genuína na igreja e, consequentemente na sociedade.

 

Outro fator determinante numa reforma religiosa é separação radical do pecado. Hebreus (12:4). O cristão enfrenta três algozes: Satanás, o pecado e a carne. Para enfrentar esses três inimigos a igreja precisa santificar-se.  No versículo 14 o escritor aos Hebreus exorta os irmãos a “seguir a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Lidar com o diabo e seus demônios é a tarefa mais fácil: É só expulsá-los, e eles obedecem. O Mundo, o cristão o renega e a carne, ele a sacarifica na cruz diariamente. Esse processo perdura e perpassa toda a existência humana.

 

Por fim, a restauração do gozo, da alegria e da prosperidade são evidências de uma igreja cheia do Espírito Santo e, consequentemente, moldada aos oráculos do Criador.  Salmos (112:1-10); Gálatas (5:22); Neemias (8:10).

 

Um dos pilares da reforma protestante é a Bíblia Sagrada, como base da fé. A partir dessa premissa passou-se a ter um olhar investigativo das Escrituras. A decadência espiritual, social e moral fizeram com que Martinho Lutero rompesse com as estruturas da Igreja Romana.

 

É importante ressaltar que ao analisar essas nuances histórica, o leitor se isente de qualquer visão religiosa ou bairrista, visto que este estudo é fundamentado totalmente na neutralidade da pesquisa.

 

O avivamento começa no coração do remanescente fiel. Indignados com a realidade das práticas religiosas medievais, iniciaram um movimento reformista apontando pontos fragilíssimos da estrutura da Igreja. Lutero apontou noventa e cinco teses que divergiam da conduta religiosa da época. As principais características que se tornaram bases da reforma são: Decadência moral, social e espiritual. No sermão profético Jesus preconiza que “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos”. Mateus (24:12).  Essa mornidão espiritual é refletida no livro de Apocalipse (3:15,16). No versículo 19, a Igreja de Laodiceia é exortada a arrepender-se, pois suas práticas religiosas eram irrelevantes, em detrimento do ativismo daquela igreja.

 

Outra característica é que o avivamento começa no coração do remanescente fiel. Na ocasião do dilúvio toda a raça humana estava corrompida, com exceção de Noé e sua família, os quais se tornaram o primeiro remanescente fiel, para dar continuidade à espécie humana, contudo, toda àquela geração pré-diluviana rebelde foi dizimada através da inundação da terra.

 

Outro remanescente voltou do cativeiro babilônico profetizado por Jeremias (50:20).  “Naqueles dias e naquele tempo, diz o Senhor, buscar-se-á a iniquidade de Israel, e já não haverá; os pecados de Judá, mas não se acharão; porque  perdoarei os remanescentes que eu deixar”. Em meio aos opositores do cristianismo o apóstolo Paulo aponta aqueles que não se macularam com a rejeição de Israel à pessoa do Cristo Redentor. Romanos (11:5).

 

Quando se pretende reformar as práticas religiosas Deus impele o remanescente fiel a voltar-se para as Escrituras Sagradas e as mesmas tornam-se objeto de estudo, investigação, leitura acurada, pesquisa, em fim, a Palavra de Deus é a base e o alicerce de toda reforma que se deseja implantar na igreja. Porém, o provocador dessa inquietação interior é o Espírito Santo. Ele move o remanescente a buscar em Deus mudanças estruturais na ação da igreja. Atos (2:42-47).

 

O retorno à adoração é outra evidência daqueles que buscam um avivamento genuíno. A forma bíblica e verdadeira de adorar está preconizada no Evangelho segundo João (4:19-30), onde Jesus ao abordar a mulher samaritana, a revela que a verdadeira adoração é realizada em espírito e em verdade e é algo que procede do coração.

 

Outra evidência de uma reforma religiosa é a indignação dos santos contra o mundanismo que invade o “templo”. Jesus é o paradigma de uma transição religiosa instituída na época do império romano. Ao entrar no templo Jesus expulsa os cambistas, vendedores de animais para o sacrifício e certamente outras categorias de negociantes, oportunizando o ajuntamento de pessoas em volta do prédio de reuniões. Nos nossos dias as coisas não são diferentes daquela época: Vende-se de tudo nas conferências: Camisetas, canetas, livros, CD´s, DVD´s, refeições; montam-se barracas, stands e outros. No final da conferência ocorre uma busca frenética em torno dos materiais expostos. Promovem-se grandes promoções e liquidações. Parece um final da feira livre, onde o vendedor para não levar nada de volta para casa liquida tudo a qualquer preço.

 

Os ídolos precisão ser destruídos para que a igreja experimente uma renovação espiritual que produza uma transformação genuína na igreja e, consequentemente na sociedade.

 

Outro fator determinante numa reforma religiosa é separação radical do pecado. Hebreus (12:4). O cristão enfrenta três algozes: Satanás, o pecado e a carne. Para enfrentar esses três inimigos a igreja precisa santificar-se.  No versículo 14 o escritor aos Hebreus exorta os irmãos a “seguir a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Lidar com o diabo e seus demônios é a tarefa mais fácil: É só expulsá-los, e eles obedecem. O Mundo, o cristão o renega e a carne, ele a sacarifica na cruz diariamente. Esse processo perdura e perpassa toda a existência humana.

 

Por fim, a restauração do gozo, da alegria e da prosperidade são evidências de uma igreja cheia do Espírito Santo e, consequentemente, moldada aos oráculos do Criador.  Salmos (112:1-10); Gálatas (5:22); Neemias (8:10).

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