
Restaurando as bases ministeriais
Autor: Bispo Sebastião Cassemiro | Data da Postagem: 19/09/2013 Salmo 11:3
Nosso ministério tem uma base constitucional enraizada nos moldes escriturísticos que formam os alicerces e fundamentos da nossa fé. Nossa base sustentacional e fundamental é arraigada por quatro pilares que balizam e estruturam a nossa prática de gestão das igrejas locais.
Esses pilares só poderão se estruturar através da igreja e da família que são as duas únicas instituições criadas por Deus. Todo o projeto de Deus tem como base a família e a Igreja. Por isso, temos Deus como prioridade máxima, mas também devemos amar o próximo como a nós mesmos. Isso fala do investimento que devemos fazer em nós mesmos, visto que temos a missão de cuidar das pessoas, contudo, se não estiver alinhados com Deus e a sua Palavra não estaremos aptos para cuidar do rebanho do Senhor. Só podemos cuidar do outro se antes, cuidarmos de nós mesmos.
I - A primeira base ministerial a ser restaurada é o amor. – Marcos 12:30,31. Nesta base temos Deus como prioridade máxima. Mateus 4:4, 6:33. Em seguida devemos amar o próximo como a nós mesmos, isso nos ensina que inicialmente devemos cuidar da nossa vida e depois estaremos habilitados para cuidar da vida do próximo. Marcos 12:31. Nossa terceira prioridade é a família. A família é a célula principal, através da qual devemos desenvolver relacionamentos estáveis e saudáveis. A quarta prioridade é o nosso ministério que desenvolvemos para o Senhor, na Igreja. Não é somente ter Deus como prioridade absoluta e não fazer nada para engrandecê-lo. Devemos também servi-lo e para isso, devemos participar de alguns dos ministérios na Igreja do Senhor Jesus.
A Bíblia diz que se não amamos o irmão a quem vemos como amaremos a Deus a quem não vemos? Esse princípio também vale para o perdão. Mateus 6:12,13. Jesus morreu na cruz para perdoar-nos de nossos delitos e pecados, porém, devemos perdoar os nossos devedores. Se caso não perdoarmos o nosso irmão, Deus retira de nós a sua graça e tornamo-nos irredimíveis.
Na década de 80 aconteceu um avivamento em Goiânia onde muitos ministérios se despontaram. Houve um despertamento no ensino da Palavra, um mover extraordinário na área de louvor e adoração; muitos ministérios se estruturam na área missionária, porém, o nosso ministério foi escolhido por Deus para ser modelo na área do amor. Muitos crentes vinham de outras denominações somente para ser tocados pelo amor de Deus. A evidência do amor de Deus em nossas vidas era uma marca do nosso ministério.
Em Romanos 5:5 diz que o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi outorgado. Entretanto, somos recipientes que contém o estoque do amor. Esta fonte nunca pode secar, se isso acontecer nos tornaremos pessoas totalmente despreparadas para cuidar do rebanho do Senhor.
A Igreja está cheia de gente, mas está vazia do amor de Deus. Precisamos tornar-nos canais de bênçãos para a nossa família, igreja e para a sociedade em geral. Apocalipse 2:5.
II – Missões.
Missões se define como uma instituição de missionários com objetivo de estabelecer a fé cristã. São ordenanças de Jesus Cristo, que antes de acender aos céus, após a sua ressurreição, orientou os seus discípulos a irem a todo o mundo, levar o evangelho e a sua mensagem. Marcos 16:15,16; Mateus 28:19,20. É o poder concedido aos seus discípulos para realizarem a sua obra.
De acordo com a orientação do apóstolo Paulo deve-se fazer missões onde Deus abre uma porta. I Coríntios 16:19 e também onde Cristo é menos anunciado. Romanos 15:20.
É importante que a igreja local tenha uma liderança bem estruturada e alicerçada para se tornar uma base de sustentação missionária. Na igreja de Antioquia havia missionários, profetas, mestre e, inclusive, a direção do Espírito Santo para desempenhar o encargo missionário. Atos 13:1-3. Paulo e Barnabé foram enviados pelo Espírito Santo, inicialmente para Selêucia e Chipre, e por fim, anunciaram o Evangelho de Jesus Cristo a todos os povos da época. Atos 13:4,5.
III – Louvor – Salmo 150:1-6.
O Ministério de Louvor e adoração pode ser definido como uma alegria dominante na vida cristã. Lucas 18:43; Marcos 2:12. É uma explosão espontânea, ocasionada pelos feitos de Jesus na vida da comunidade cristã. Atos 46,47; 3:8; 11:18; 16:25; Efésios 1:1-14.
O Louvor e Adoração estão ligados à atitude de cultuar, que deve ser a expressão de um coração sincero e verdadeiro. Envolve atitude de gratidão. No Salmo 119:5 expressa a maneira como devemos manifestar a gratidão pelos feitos do Senhor. “Render-te-ei graças com integridade de coração, quando tiver aprendido os teus retos juízos”. A melhor e mais eficiente arma do ser humano é a gratidão, com ela atingimos facilmente o coração do Pai.
Quando verificamos o sentido original da palavra louvor, temos: Render culto, expressa uma admiração reverente, amar extremamente. Em suma, o louvor deve partir de um coração sincero e verdadeiro.
Ser um adorador é o que Deus mais deseja que sejamos. Deus nos chamou para ser adorador, Deus nos fez para ser adorador. A adoração produz uma profunda comunhão com Deus. Em fim, adoração nada mais é do que termos profunda e íntima comunhão com Deus.
Mas vem a ora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Este texto é a chave para a vida de adoração da igreja. E o primeiro princípio aqui é que o Senhor não procura adoração. Deus procura adorador. Porque a adoração é um produto e adorador é uma maneira de ser. Deus procura o ser que adora e não o produto. O nosso enfoque deve ser no que é ser um adorador. Apocalipse 5:8-14.
IV – A Palavra de Deus.
O objetivo da Palavra de Deus é produzir vida no interior do homem. Em Hebreus 4:12 diz: “Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e os propósitos do coração”.
Não podemos conhecer Deus sem conhecer a sua Palavra. Deus e a Palavra são um. As palavras de Jesus fazem parte de um todo daquilo que ele é. “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio da Palavra, e sem ela nada do que foi feito se fez. João 1:1,3.
A Palavra de Deus tem um poder criador indescritível. Quando ele lançou a palavra no nada todas as coisas vieram a existir. Ele disse: “Haja luz, e houve luz”. Gêneses 1:3. Em Hebreus 11:3 diz que “Pela fé, entendemos que o universo foi formado pela Palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem”.
A Palavra de Deus é eterna, imutável, poderosa e nunca falha. A Palavra de Deus é viva e eficaz. A Palavra de Deus é a verdade; é o caminho que nos liga ao Pai. É a bússola que nos orienta diariamente, é o martelo que esmiúça a penha. A Palavra de Deus é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos. Salmo 119:105.
Em fim, todo o salmo 119 expressa os feitos e a magnitude da Palavra de Deus. Então, se queremos ter intimidade com Deus precisamos conhecer a sua Palavra. A vontade de de Deus para a nossa geração é que possamos restaurar esses princípios elementares, para atingirmos a maturidade espiritual tão necessária, para chegarmos a plenitude de Cristo.
Nosso ministério tem uma base constitucional enraizada nos moldes escriturísticos que formam os alicerces e fundamentos da nossa fé. Nossa base sustentacional e fundamental é arraigada por quatro pilares que balizam e estruturam a nossa prática de gestão das igrejas locais.
Esses pilares só poderão se estruturar através da igreja e da família que são as duas únicas instituições criadas por Deus. Todo o projeto de Deus tem como base a família e a Igreja. Por isso, temos Deus como prioridade máxima, mas também devemos amar o próximo como a nós mesmos. Isso fala do investimento que devemos fazer em nós mesmos, visto que temos a missão de cuidar das pessoas, contudo, se não estiver alinhados com Deus e a sua Palavra não estaremos aptos para cuidar do rebanho do Senhor. Só podemos cuidar do outro se antes, cuidarmos de nós mesmos.
I - A primeira base ministerial a ser restaurada é o amor. – Marcos 12:30,31. Nesta base temos Deus como prioridade máxima. Mateus 4:4, 6:33. Em seguida devemos amar o próximo como a nós mesmos, isso nos ensina que inicialmente devemos cuidar da nossa vida e depois estaremos habilitados para cuidar da vida do próximo. Marcos 12:31. Nossa terceira prioridade é a família. A família é a célula principal, através da qual devemos desenvolver relacionamentos estáveis e saudáveis. A quarta prioridade é o nosso ministério que desenvolvemos para o Senhor, na Igreja. Não é somente ter Deus como prioridade absoluta e não fazer nada para engrandecê-lo. Devemos também servi-lo e para isso, devemos participar de alguns dos ministérios na Igreja do Senhor Jesus.
A Bíblia diz que se não amamos o irmão a quem vemos como amaremos a Deus a quem não vemos? Esse princípio também vale para o perdão. Mateus 6:12,13. Jesus morreu na cruz para perdoar-nos de nossos delitos e pecados, porém, devemos perdoar os nossos devedores. Se caso não perdoarmos o nosso irmão, Deus retira de nós a sua graça e tornamo-nos irredimíveis.
Na década de 80 aconteceu um avivamento em Goiânia onde muitos ministérios se despontaram. Houve um despertamento no ensino da Palavra, um mover extraordinário na área de louvor e adoração; muitos ministérios se estruturam na área missionária, porém, o nosso ministério foi escolhido por Deus para ser modelo na área do amor. Muitos crentes vinham de outras denominações somente para ser tocados pelo amor de Deus. A evidência do amor de Deus em nossas vidas era uma marca do nosso ministério.
Em Romanos 5:5 diz que o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi outorgado. Entretanto, somos recipientes que contém o estoque do amor. Esta fonte nunca pode secar, se isso acontecer nos tornaremos pessoas totalmente despreparadas para cuidar do rebanho do Senhor.
A Igreja está cheia de gente, mas está vazia do amor de Deus. Precisamos tornar-nos canais de bênçãos para a nossa família, igreja e para a sociedade em geral. Apocalipse 2:5.
II – Missões.
Missões se define como uma instituição de missionários com objetivo de estabelecer a fé cristã. São ordenanças de Jesus Cristo, que antes de acender aos céus, após a sua ressurreição, orientou os seus discípulos a irem a todo o mundo, levar o evangelho e a sua mensagem. Marcos 16:15,16; Mateus 28:19,20. É o poder concedido aos seus discípulos para realizarem a sua obra.
De acordo com a orientação do apóstolo Paulo deve-se fazer missões onde Deus abre uma porta. I Coríntios 16:19 e também onde Cristo é menos anunciado. Romanos 15:20.
É importante que a igreja local tenha uma liderança bem estruturada e alicerçada para se tornar uma base de sustentação missionária. Na igreja de Antioquia havia missionários, profetas, mestre e, inclusive, a direção do Espírito Santo para desempenhar o encargo missionário. Atos 13:1-3. Paulo e Barnabé foram enviados pelo Espírito Santo, inicialmente para Selêucia e Chipre, e por fim, anunciaram o Evangelho de Jesus Cristo a todos os povos da época. Atos 13:4,5.
III – Louvor – Salmo 150:1-6.
O Ministério de Louvor e adoração pode ser definido como uma alegria dominante na vida cristã. Lucas 18:43; Marcos 2:12. É uma explosão espontânea, ocasionada pelos feitos de Jesus na vida da comunidade cristã. Atos 46,47; 3:8; 11:18; 16:25; Efésios 1:1-14.
O Louvor e Adoração estão ligados à atitude de cultuar, que deve ser a expressão de um coração sincero e verdadeiro. Envolve atitude de gratidão. No Salmo 119:5 expressa a maneira como devemos manifestar a gratidão pelos feitos do Senhor. “Render-te-ei graças com integridade de coração, quando tiver aprendido os teus retos juízos”. A melhor e mais eficiente arma do ser humano é a gratidão, com ela atingimos facilmente o coração do Pai.
Quando verificamos o sentido original da palavra louvor, temos: Render culto, expressa uma admiração reverente, amar extremamente. Em suma, o louvor deve partir de um coração sincero e verdadeiro.
Ser um adorador é o que Deus mais deseja que sejamos. Deus nos chamou para ser adorador, Deus nos fez para ser adorador. A adoração produz uma profunda comunhão com Deus. Em fim, adoração nada mais é do que termos profunda e íntima comunhão com Deus.
Mas vem a ora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Este texto é a chave para a vida de adoração da igreja. E o primeiro princípio aqui é que o Senhor não procura adoração. Deus procura adorador. Porque a adoração é um produto e adorador é uma maneira de ser. Deus procura o ser que adora e não o produto. O nosso enfoque deve ser no que é ser um adorador. Apocalipse 5:8-14.
IV – A Palavra de Deus.
O objetivo da Palavra de Deus é produzir vida no interior do homem. Em Hebreus 4:12 diz: “Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e os propósitos do coração”.
Não podemos conhecer Deus sem conhecer a sua Palavra. Deus e a Palavra são um. As palavras de Jesus fazem parte de um todo daquilo que ele é. “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio da Palavra, e sem ela nada do que foi feito se fez. João 1:1,3.
A Palavra de Deus tem um poder criador indescritível. Quando ele lançou a palavra no nada todas as coisas vieram a existir. Ele disse: “Haja luz, e houve luz”. Gêneses 1:3. Em Hebreus 11:3 diz que “Pela fé, entendemos que o universo foi formado pela Palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem”.
A Palavra de Deus é eterna, imutável, poderosa e nunca falha. A Palavra de Deus é viva e eficaz. A Palavra de Deus é a verdade; é o caminho que nos liga ao Pai. É a bússola que nos orienta diariamente, é o martelo que esmiúça a penha. A Palavra de Deus é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos. Salmo 119:105.
Em fim, todo o salmo 119 expressa os feitos e a magnitude da Palavra de Deus. Então, se queremos ter intimidade com Deus precisamos conhecer a sua Palavra. A vontade de de Deus para a nossa geração é que possamos restaurar esses princípios elementares, para atingirmos a maturidade espiritual tão necessária, para chegarmos a plenitude de Cristo.