
Sepulcros caiados
“Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.” — Mateus 23:28
Nem tudo aquilo que aparenta beleza por fora revela o que existe no interior. Há pessoas que vivem à mercê das circunstâncias porque não conseguem discernir nem mesmo aquilo que é evidente.
O incauto é aquele que não consegue perceber as coisas óbvias. A estupidez, a tolice e a ignorância, quando cultivadas deliberadamente, podem transformar-se em um modo de vida marcado pela falta de discernimento.
Na linguagem antiga, energúmeno era um termo utilizado para designar alguém considerado possesso por espíritos malignos. No sentido figurado, passou a caracterizar uma pessoa descontrolada, violenta ou dominada por comportamentos nocivos.
Há pessoas que fazem do mal uma prática constante. Alimentam ressentimentos, disseminam a discórdia e, por não conseguirem construir uma vida saudável, desejam que os outros também permaneçam na penúria e nos guetos da existência.
Jesus, porém, nos chama para uma vida diferente. Não devemos permitir que a maldade dos outros determine aquilo que seremos. O coração precisa ser transformado pela Palavra de Deus, porque somente quando o interior é tratado pelo Senhor é que nossas atitudes exteriores podem refletir aquilo que realmente somos.
Deus não nos chamou para viver à mercê das circunstâncias, mas para viver pela fé, com discernimento, sabedoria e domínio próprio. Não permita que a podridão do mundo contamine o seu coração.
Oração
Senhor Jesus Cristo de Nazaré, guarda o nosso coração de toda maldade, amargura e insensatez. Dá-nos discernimento para perceber aquilo que é evidente, sabedoria para tomar boas decisões e domínio próprio para não retribuirmos o mal com o mal. Que a Tua Palavra transforme o nosso interior e faça de nós instrumentos de paz, bondade e justiça. Pedimos-Te em Teu nome. Amém.
Pensamento do dia
Quem permite que Deus transforme o interior não precisa viver à mercê das circunstâncias, (Bp Sebastião Cassemiro Borba).