
O papel de muitos desigrejados é a crítica
Categoria: Religião | Data da Postagem: 14/01/2014 Há muitos que se utilizam deste instrumento (face) para criticar denominações, pastores e até a igreja brasileira de modo geral. Criticam a literatura do Velho Testamento e muitas doutrinas teológicas de grande relevância do Novo Testamento.
Porém, esses críticos nunca apresentam um modelo de cristãos para que possamos nos inspirar nele.
É muito fácil alguém sair por aí procurando erros denominacionais e criticá-los. Seu fizer o mesmo vou achar "um caminhão" cheio de erros nas denominações cristãs, mas prefiro observar o que as igrejas têm feito de bom no país.
Uma vez eu pedi a um desses críticos que me desse um modelo melhor do que o meu. Ele disse: O meu modelo é a Bíblia. Eu pensei que ele iria me passar uma vasta experiência que me ajudaria a esclarecer melhor meu simples entendimento das Escrituras. O meu modelo também é a Bíblia, mas não é tão simples ter a revelação de toda ela.
Essas críticas nunca são direcionadas a literatura de Francisco Xavier, Vudu, Kardecismo (linha branca), candomblé e tradições da igreja de Roma. O prazer deles é criticar os evangélicos. Não vêem falhas naqueles religiosos que estão na política ou até no sistema prisional e não sabem nem a religião dos políticos corruptos.
O que falta por parte desses críticos é o respeito a fé de cada um.
Quando você ler alguma coisa dessa natureza, peça ao crítico para citar o nome do pastor ou da denominação que está sendo criticada.
Normalmente fazem críticas e nunca cita quem está sendo criticado, são verdadeiros covardes e são usados para trazer instabilidades a muitos novos na fé, que ainda não estão bem alicerçados na Palavra de Deus.